O descarte de lixo sem separação está provocando a redução da vida útil do aterro da Central de Tratamento de Resíduos, inaugurado em outubro de 2010. Segundo o consultor ambiental e professor do departamento de Geociências da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Cleuber Moraes Brito, nesse ritmo o aterro, projetado para durar 25 anos, pode não chegar a oito até atingir sua capacidade máxima.

O professor explica 55% do lixo produzido pelas pessoas são orgânicos, 25% são recicláveis e 20% são rejeitos (fraldas, camisinhas, absorventes femininos etc.). Quando a CTR foi projetada, os cálculos iniciais levavam em conta que a cidade produzia cerca de 830 gramas de lixo diárias por habitante, o que equivale a cerca de 400 toneladas por dia. Porém, a não separação do lixo orgânico (material que pode ir para a compostagem) e do reciclável (que pode ser reaproveitado) dos rejeitos pode acrescentar até 200 toneladas/dia aos cálculos iniciais.

Leia a reportagem de Vítor Ogawa na íntegra.

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