'Vida normal, graças a Deus', comemora mãe
Para o menino Victor Antunes da Silva, de 10 anos, a participação no grupo de terapia da UEL, resultou em muito mais do que controlar o vitiligo. Sorridente, quando questionado sobre o que aprendeu, a resposta é direta: ''a não ter vergonha de nada''. Feliz, a mãe, Andréa Bernardo, de 27 anos, completa: ''Vida normal, graças a Deus''.
Andréa conta que a doença apareceu quando o menino tinha seis anos. ''Apareceu na perna e achamos que era uma micose. Cheguei até a usar remédio para micose, mas não sarava. Pelo contrário, só ia aumentando'', conta a mãe.
Quando levou o filho ao dermatologista, já haviam ''manchinhas'' brancas sob a pálpebra e nas pernas. O diagnóstico foi vitiligo. ''Ele perguntou se não haviam casos na família, e me disse que não havia garantia que melhorasse com tratamento'', relata a mãe.
Ela lembra que a doença ''ainda não era um problema'', mas na escola as crianças já perguntavam o que eram as manchas no olho do menino. Por isso, quando viu em um ônibus o cartaz sobre o atendimento psicólogico na UEL, não teve dúvidas: foi atrás. ''Foi ótimo, ele que era muito tímido melhorou bastante, passou a dialogar, a se integrar com as outras crianças''. (C.P.)





