Nos EUA, onde o vício virtual foi diagnosticado pela primeira vez em 1994, o transtorno já consta no Diagnostic and Statistical Manual da Associação Psiquiátrica Norte-americana, uma normatização que ainda não foi realizada no Brasil. Estima-se que entre 6% e 10% dos usuários de internet nos EUA tenham algum grau de dependência em relação a ela. O fenômeno tem feito tanto barulho que alguns médicos pensam em medidas drásticas para conter o vício. O australiano Hubert Poppe, por exemplo, profissional especializado em tratamentos para toxicodependentes, chegou a sugerir que os sites tragam um aviso sobre os perigos do excesso virtual, a exemplo do que fazem os fabricantes de cigarros. (A.E.)

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