Belo Horizonte, 27 (AE) - O vice-presidente da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e representante dos sócios privados, David Travesso, afirmou hoje que o consórcio pedirá devolução do R$ 1 bilhão pago por 33% das ações da empresa, com correção, caso haja ruptura do acordo de acionistas.
A ação interposta pelo governo de Minas Gerais foi uma surpresa até para os deputados integrantes da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Cemig. A avaliação é de que a medida, antes da conclusão dos trabalhos, foi uma precipitação e pode prejudicar o Estado. Segundo o líder do governo na Assembléia, Adalberto Pinto Coelho, o Executivo errou, ao entrar com a ação e acertou, ao recuar.

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