Viaduto da Madre Leônia é trecho mais cru
Londrina - Com o excesso de carros e caminhões, as marginais da PR-445 apresentam, em determinados locais, asfalto com ondulações e buracos. "Toda obra traz algum transtorno mesmo, mas é preciso ter paciência. Quando estiver pronta vai ficar muito boa", declarou o comerciante Josué Marques, 43.
Da Via Expressa até o cruzamento com a Avenida Harry Prochet, onde está sendo construído mais um viaduto, que vai dar acesso ao Jardim Botânico, são mais 2,2 quilômetros. Uma nova transposição está sendo erguida no entrocamento com a Waldemar Spranger, que fica a 900 metros da Prochet.
O trecho seguinte, de 1,5 quilômetro, até o viaduto da Avenida Madre Leônia Milito, é o mais "cru" da obra. Não há a presença de operários e nem de máquinas na região. Em virtude disso, os veículos podem trafegar pela pista principal. "Este local é mais tranquilo já que não será necessário fazer terraplenagem. É só fazer o alargamento das pistas e construir a divisória das vias", apontou o superintende do DER.
No caminho da Universidade Estadual de Londrina (UEL) o tráfego volta para as marginais. Os viadutos sobre a Rua Humaitá e a Avenida Castelo Branco, já existentes, passam por obras para ampliação.
O trânsito segue lento por mais quatro quilômetros até a Avenida Arthur Thomas, onde está sendo erguido um novo viaduto, e até a divisa dos municípios, no cruzamento com a Avenida Marechal Floriano Peixoto. Neste ponto, o viaduto está liberado para o motorista que segue pela via cambeense. A faixa da rodovia, que passará por baixo, segue em obras. O cruzamento é controlado por semáforo e em virtude do grande movimento, os motoristas encontram lentidão.
"Neste cruzamento havia muitos acidentes. A colocação do viaduto foi importante e vai deixar o trânsito nas marginais mais seguro também", opinou o operador de máquinas, Antônio Malassise, 50, morador do Jardim Mesquita, em Cambé.
Até o viaduto da BR-369, que também está sendo duplicado, são mais 3,5 quilômetros de obras. Estão sendo erguidas ainda duas trincheiras, nos cruzamentos com as avenidas Gaspar Dutra e Parigot de Souza. (L.F.C.)





