Londrina – A primeira fase do vestibular da Universidade Estadual de Londrina (UEL) será neste domingo, com 21.619 inscritos que vão disputar as 3.090 vagas ofertadas em 66 cursos de graduação. Será aplicada a prova de conhecimentos gerais, com 60 questões objetivas sobre artes, biologia, filosofia, física, geografia, história, matemática, química e sociologia.
O vestibular deve seguir a mesma plataforma dos anos anteriores, com uma prova temática. "Pelo encontro que tivemos com a UEL para debater as provas dos últimos anos acredito que não haverá mudanças significativas e a expectativa é que a fórmula seja mantida", frisou Cássia Barcaro, coordenadora do Ensino Médio do Colégio Maxi.
"As provas da UEL estão cada vez mais interpretativas e com isso exigem dos alunos uma análise crítica da atualidade com o conteúdo escolar aprendido ao longo da vida, assim como tem acontecido no Enem", apontou a diretora educacional do Colégio Londrinense/Anglo Londrinense, Ieda Gomes.
Algumas instituições ainda apostam em reforço do conteúdo nos últimos dias para auxiliar os alunos. O Colégio Marista realiza um plantão de véspera no sábado, com simulados e a orientação de vários professores. "É uma forma de acolher os alunos e tranquilizá-los no aspecto emocional, já que estão próximos de concretizar o sonho de entrar na universidade e irem em busca da profissão desejada", ressaltou Nelson Coelho, coordenador psicopedagógico do Ensino Médio.
Para os alunos a expectativa é muito grande. Larissa Kochen, de 17 anos, tenta uma vaga no curso de Medicina e está confiante. "A minha parte eu fiz. Estou bem preparada em relação ao conteúdo e também na questão psicológica", garantiu a estudante.
Já Gabriel Higashi, de 17, candidato a uma vaga em Agronomia, acredita que a prova será bastante cansativa. "Sessenta questões exigem muito física e mentalmente", apontou.
Para os dias que antecedem o vestibular a dica é descansar bem, relaxar e manter a calma. "Agora não é a hora de ficar a madrugada toda estudando. Quem se dedicou ao longo do ano tem que acreditar no que estudou e não se apavorar", sugeriu Cássia Barcaro. "Orientamos a iniciar pelas questões mais fáceis, depois fazer as mais trabalhosas e deixar as mais difíceis para o final", aconselhou Nelson Coelho.

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