Satisfeita com o resultado, a promotora Susana de Lacerda afirmou que o que prevaleceu foi a sensibilidade dos jurados em apreciarem as provas e analisarem todos os pontos levantados por ela e pela colega Márcia de Menezes dos Anjos. ''O ponto fundamental foram algumas situações inacreditáveis. Buscamos mostrar tudo isso para os jurados e que a manifestação da testemunha ocular dada a um repórter de TV (apontado Zóza como o condutor da moto que levou o atirador até o local) deixou claro aquilo que havia acontecido.''
A promotora ainda rebateu a afirmação de que o réu foi condenado por seus antecedentes. ''O objetivo foi mostrar que as testemunhas que ele trouxe para confirmarem o seu álibi ou para assumirem o crime estavam diretamente ligadas à sua estrutura criminosa'', apontou.
Susana disse não temer perseguições por conta do resultado do julgamento. ''Tenho fé em Deus e o Ministério Público não é feito da Susana ou da Márcia, que estavam neste julgamento. Se nós não estivéssemos no Tribunal do Júri, outros estariam e desempenhariam este papel com a mesma dedicação'', finalizou. (L.A.)

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