Vereadores de SP querem proibir 'pulseiras do sexo'
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sexta-feira, 09 de abril de 2010
Agência Estado 
São Paulo - Dois vereadores da capital paulista e uma deputada estadual apresentaram ontem projetos de lei para proibir o uso das coloridas ''pulseiras do sexo'' em escolas públicas e privadas e até a comercialização da bijuteria. O motivo da preocupação é a repercussão da notícia de uma menina de 13 anos que foi abusada sexualmente por quatro pessoas em Londrina, por usar as pulseiras feitas em silicone.
''A pulseirinha pode estimular agressões físicas e comportamento criminoso como o estupro'', afirma a deputada estadual Beth Sahão (PT). Ela é autora do projeto de lei que proíbe o uso das pulseiras em todas as escolas da rede estadual e prevê ainda campanhas de orientação sexual nas escolas. Para ela, a proibição vai levar às escolas o debate sobre o sexo na adolescência e a banalização das relações afetivas.
Para a psicóloga da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Cristina Freire, a possível proibição não modificará o comportamento sexual do jovem.


