Vendas da 7ª Feimafe devem atingir US$ 100 milhões
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sábado, 29 de maio de 1999
Por Renata Rondino 
São Paulo, 30 (AE) - As vendas diretas de máquinas e equipamentos das empresas nacionais durante os seis dias da 7ª Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura (Feimafe) devem atingir US$ 100 milhões, de acordo com estimativas da Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). A feira, que teve início no dia 22 e se encerrou hoje no Anhembi, em São Paulo, reuniu 961 expositores de 24 países. Cerca de 50 mil visitantes estiveram presentes à Feimafe 1999. A Romi, cujo faturamento anual gira em torno de R$ 140 milhões, fechou negócios da ordem de R$ 6 milhões durante a feira. O grupo italiano Camozzi, por sua vez, conseguiu representantes brasileiros e anunciou investimentos da ordem de US$ 6 milhões para construir duas fábricas no Brasil, uma no interior de São Paulo e outra na Região Sul. "Ampliamos nossa rede de distribuição em 50%, e passamos a atuar nas Regiões Norte, Nordeste, Sul e interior paulista", disse o diretor-geral da empresa, Camilo Muradas.
Entre as micro e pequenas empresas, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) trouxe 60 expositores, como, por exemplo, a Regência, que comercializa máquinas de solda, que fechou R$ 20 mil em negócios durante a feira. A Engecer, que produz cerâmica técnica (que substitui peças de metal nas máquinas-ferramenta), deverá faturar R$ 300 mil nos próximos seis meses. Também durante a Feimafe, a Abimaq assinou um protocolo de colaboração com a norte-americana Association For Manufacturing Technology (AMT). Pelos cálculos da Abimaq, o segmento de máquinas-ferramenta tem um potencial de crescimento de 15% nos próximos dois anos.


