Agência Estado
Do Rio
Homens do Grupamento Marítimo resgataram ontem cinco pessoas que navegavam no veleiro Anita C e estavam perdidas no mar da praia de Itaquatiara, na região oceânica de Niterói. O veleiro, de 36 pés, inscrito em uma regata que teve início no dia 8 de janeiro, na África do Sul, estava com o motor avariado, sem velas e com mastro quebrado.
O Anita C deveria ter chegado à cidade, junto com os outros barcos, no dia 4 passado. Os participantes da regata, que sentiram a falta do veleiro, comunicaram as autoridades locais. Ontem, após cinco horas de busca, duas lanchas do Grupamento Marítimo, que tinham se dirigido para a costa norte do Rio, encontraram o Anita C na Ilha do Pai, em Itaquatiara.
Segundo o comandante do GMar, coronel Marco Aurélio Silva, os integrantes do grupo – dois argentinos, uma escocesa, um holandês e um sul-africano – estavam muito cansados e estressados. Eles contaram que ondas de seis metros atingiram o barco, que acabou virando.
A vela do barco rasgou, o mastro quebrou e o motor pifou. Eles perderam todos os mantimentos e ficaram alguns dias só com água. Ninguém, no entanto, ficou ferido.
Queda Paulo Roberto Silva Dias morreu anteontem, depois de cair de parapente na Pedra da Gávea, no Rio. O local é conhecido reduto de saltadores de asa-delta e parapente. Os bombeiros utilizaram um helicóptero para realizar o salvamento porque a área é de difícil acesso, mas Paulo Roberto já estava morto quando o socorro chegou ao local da queda. Segundo a tenente-bombeiro Isabel, médica-chefe da operação, a causa da morte foi, provavelmente, traumatismo da medula espinhal, pois a única lesão aparente de Paulo Roberto era uma fratura de braço. Ele teria ido para a Pedra da Gávea na noite de sexta-feira e dormido lá para saltar no dia seguinte.

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