Paris - A Unesco celebrará, de hoje até o próximo sábado, em Veneza, os 30 anos da Convenção sobre a Proteção do Patrimônio Mundial, Cultural e Natural, cuja lista reúne 730 locais.
O arquipélago equatoriano de Galápagos inaugurou a lista do patrimônio mundial em 1978, seis anos depois da adoção da Convenção, em Paris, em 16 de novembro de 1972. Esta entrou em vigor em dezembro de 1975, depois de ser ratificada por 20 países.
A Convenção do Patrimônio da Humanidade conta hoje com 175 Estados integrantes, entre eles todos os latino-americanos, o que a converteu no ''instrumento jurídico mais universalmente aceito da Unesco'', precisou a organização.
O Patrimônio da Humanidade também inclui lugares naturais, como as Cataratas de Iguaçu, entre o Brasil e a Argentina, e o santuário das baleias de Lagunas de Vizcaíno (México). O México é o país latino-americano que registra mais lugares protegidos na lista (22), seguido por Brasil (16), Peru (10) e Cuba (7).
O Fundo do Patrimônio Mundial investe anualmente cerca de 4 milhões de dólares para ajudar os Estados a preparar as candidaturas de sítios em seu território, enviar missões de técnicos e conceder ajuda de emergência a locais danificados por catástrofes naturais.
Figurar na lista também implica respeitar certas normas, já que os sítios em questão estão sob proteção internacional.

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