No espaço destinado ao turismo rural, na Fazendinha, é possível participar de atividades como arborismo e rapel
No espaço destinado ao turismo rural, na Fazendinha, é possível participar de atividades como arborismo e rapel | Foto: Fotos: Marcos Zanutto



A ExpoLondrina atraiu muitas famílias para o parque Ney Braga (zona oeste) neste domingo (8). A edição deste ano da exposição possui muitas atrações, sendo que uma das mais tradicionais é a visita aos animais que ficam nos pavilhões aguardando a participação nos julgamentos ou nos leilões.

"Gostei de ver os bois. Minhas filhas passearam nos mini horse", apontou o pedreiro Clóvis dos Santos. A cearense Ana Lúcia de Oliveira veio visitar parentes em Wenceslau Braz (Norte Pioneiro) e veio a Londrina exclusivamente para visitar a exposição. "Gostei dos animais, do acolhimento, das pessoas bem comportadas. Eu voltaria para cá com certeza", afirmou.

Já a veterinária Susane Mírian Spinardi Junqueira, de Arapongas (Região Metropolitana de Londrina) fez questão de mostrar o gado para os três filhos.
"Eles ficam muito na cidade e não têm tanto acesso a animais", observou. "Todo mundo deveria ter contato com esses animais, desde que seja com respeito e não estresse os animais. É uma experiência maravilhosa."

Pavilhão dos animais: parada "obrigatória" dos visitantes
Pavilhão dos animais: parada "obrigatória" dos visitantes



AVENTURA
Na Via Rural da Emater, conhecida como Fazendinha, existe um espaço destinado ao turismo rural onde é possível participar de atividades como arborismo e rapel. Elida de Fatima Santin faz parte do grupo de aventura de Sapopema (Norte) e estava auxiliando nas atividades. "Geralmente a gente faz rapel nas cachoeiras de Sapopema. Montamos o arborismo e o rapel aqui para trazer um pouco da experiência que oferecemos lá, onde temos o Pico Agudo e várias cachoeiras catalogadas, entre elas o Salto das Orquídeas", apontou.

Um dos mais entusiasmados com o arborismo era Douglas Henrique Borja dos Santos, 8. "Eu gosto muito de aventura. E com esse equipamento de segurança eu me sinto mais protegido", afirmou, ao mostrar o capacete e os mosquetões presos em um cinto. O garoto estava com a mãe, a vendedora Luciane Berto Borges dos Reis.

O pequeno Diego de Almeida Barros, 5, não teve medo de subir na árvore. "Encarei a árvore. Sou muito corajoso", destacou. Valter Machado de Barros, pai do garoto, disse ser gratificante ver a criança participar de atividades na natureza. "Eu nasci no sítio, então é bacana mostrar isso para eles", apontou.


Outra atividade que desafiava a coragem dos visitantes é passear no Free Style, um dos brinquedos do parque de diversões que faz movimentos pendulares com rotações e loopings simultâneos. "É uma experiência muito sinistra. Faz a gente perder o medo de altura. Saí de lá muito animado", apontou o seminarista Renato Moreira de Souza Alves.

Outra atração é o voo panorâmico de helicóptero, que dura quatro minutos. O imobiliarista Marcelo Scandalae levou os filhos Jordana, 6, e Otávio, 4, para sobrevoar o parque. "Estou aqui por causa dos dois. O Otávio adora avião e helicóptero e veio aqui para voar pela primeira vez. Todo fim de semana tenho que ir com ele no aeroporto", destacou.

Para o empresário Bruno Talevi, o que mais chamou a atenção foi a exposição do Exército Brasileiro. "Achei bem interessante o Brasil ter tecnologia própria para produzir os tanques", apontou.

SERVIÇO
– A ExpoLondrina segue até o dia 15 de abril. Mais informações no site www.expolondrina.com.br

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