Terminou com o saldo de uma morte a terceira rebelião em dois meses no Instituto Penal Paulo Sarasate, o presídio de segurança máxima do Ceará. O morto foi o detento Luiz Carlos Gomes Martins, o ‘‘Pantera’’, que foi carbonizado. Três presos foram baleados, mas sem gravidade. Um quinto detento, Valdecir Silva Souza, sofreu queimaduras de segundo e terceiro graus e está internado no Instituto José Frota, o maior hospital de urgência de Fortaleza.
A rebelião começou por volta de 1h da madrugada de ontem com uma briga entre gangues. Foram queimadas a sala da administração, a biblioteca e a fábrica de bolas do presídio.
A Polícia Militar, que cercou o presídio com 250 homens, não entrou em confronto com os rebelados. Somente por volta das 15 horas, com a rendição dos presos, a polícia entrou no presídio para tentar controlar a situação.
Curitiba Sete presos da Delegacia de São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba, provocaram ontem à tarde um princípio de rebelião depois de uma tentativa de fuga frustrada. O motim, por volta das 14 horas, foi controlado cerca de 30 minutos depois com a chegada de reforço do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), o grupo de elite da Polícia Civil do Paraná.
O tumulto começou durante o banho de sol. Os presos se recusaram a voltar para suas celas e tentaram fazer um detento como refém. Os policiais de plantão conseguiram retirá-lo a tempo. Depois de saber que a cadeia estava cercada por 20 policiais, os rebelados aceitaram encerrar a rebelião. A carceragem da delegacia abriga 70 pessoas. Foi projetada para comportar 24.
Na quinta-feira, o clima já era de tensão. Os policiais descobriram que o cadeado de uma das celas tinha sido estourado para uma eventual fuga. Por causa da rebelião, os presos que lideraram o motim foram isolados dos demais internos. (Colaborou Dimitri do Valle, de Curitiba)

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