Última homenagem a Plínio Marcos reúne 150 pessoas
Agência Estado
De São Paulo
O corpo do dramaturgo e ator Plínio Marcos foi cremado ontem, no Crematório de Vila Alpina, às 12h30. O cortejo saiu sob aplausos, em carro aberto do Corpo de Bombeiros, às 11h15, deixando o Teatro Sérgio Cardoso. Ali o corpo foi velado durante toda a noite por parentes e centenas de amigos, que lotaram o saguão e as escadarias do teatro.
No anfiteatro de Vila Alpina, cerca de 150 pessoas prestaram a última homenagem a Plínio Marcos. O caixão chegou coberto com a bandeira do Jabaquara, time santista da 2ª divisão.
Às 3 horas, o diretor do Teatro Oficina, José Celso, comandou a leitura coletiva de um folheto com várias frases do Plínio Marcos. A primeira era: Onde houver autoridade, não pode haver criatividade. Às 4 horas, o sambista Carlão puxou um samba de Geraldo Filme para homenagear o dramaturgo. A letra é a seguinte: Silêncio, o sambista está dormindo. Ele foi, mas foi sorrindo. Peço licença um minuto, silêncio, o Bixiga está de luto. Plínio Marcos aplaudiria.





