UFRJ quer proteção da PF contra assaltos
Rio - Os funcionários da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), maior universidade federal do País, estão com medo da violência no câmpus. O prédio onde ficam o hospital universitário e o Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva, na Ilha do Fundão, foi palco de um tiroteio anteontem à noite, travado entre seguranças e um bando que tentava roubar esquadrias de alumínio. Mais de mil esquadrias já foram roubadas, segundo o diretor do núcleo, Roberto Medronho. Revoltado com a situação, Medronho quer proteção da Polícia Federal para o campus. Anteontem, por volta das 22 horas, assaltantes armados foram flagrados por seguranças terceirizados e houve troca de tiros. As esquadrias foram importadas da França na década de 50, quando o prédio foi erguido. Para o diretor, os bandidos, que seriam de favelas próximas à UFRJ, serram a peça, de dois metros de comprimento por um de altura, para depois derreter e reaproveitar. Os assaltantes chegam até as janelas depois de escalar a parte abandonada da construção.





