Is­tam­bul - O pre­si­den­te ­Luiz Iná­cio Lu­la da Sil­va tam­bém foi co­bra­do pe­los em­pre­sá­rios tur­cos. Ay­kut ­Eken, pre­si­den­te da As­so­cia­ção de In­dús­trias da Tur­quia, cri­ti­cou o fa­to de que o mer­ca­do bra­si­lei­ro ain­da man­tém al­tas ta­xas de im­por­ta­ção pa­ra ­bens in­dus­triais. ‘‘A Tur­quia avan­ça com ­suas ex­por­ta­ções pe­la mun­do. Mas ain­da es­bar­ra nas bar­rei­ras exis­ten­tes (no Bra­sil)’’, dis­se o em­pre­sá­rio ao pre­si­den­te. ‘‘Pre­ci­sa­mos des­man­te­lar as bar­rei­ras eco­nô­mi­cas e, pa­ra is­so, seu ­apoio se­ria ­funda-mental’’, afir­mou ­Eken.
  Os tur­cos lem­bra­ram que o Bra­sil tem uma am­pla ba­lan­ça co­mer­cial a ser fa­vor. ‘‘Pre­ci­sa-se de ­duas pes­soas pa­ra dan­çar um tan­go. Fa­ça (Lu­la) a sua par­te que fa­re­mos a ­nossa’’, cri­ti­cou ­Eken.
  O Mer­co­sul e a Tur­quia ne­go­ciam há ­três ­anos um acor­do co­mer­cial. Mas o pro­ces­so até ho­je não ca­mi­nhou. ‘‘Pe­di­mos que o acor­do se­ja ­concluído’’, afir­mou o tur­co. Ele ain­da des­ta­cou a ne­ces­si­da­de de uma aber­tu­ra do se­tor bra­si­lei­ro de au­to­mo­ti­vos. Ou­tro se­tor de in­te­res­se é o da cons­tru­ção ci­vil. Lu­la não res­pon­deu às crí­ti­cas dos tur­cos. (J.C.)

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