Trilha e sala de vídeo no Jardim Botânico
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quarta-feira, 05 de fevereiro de 2014
Marian Trigueiros<br>Reportagem Local 
Londrina - O primeiro fim de semana de funcionamento oficial do Jardim Botânico (JB) teve grande movimentação. Entre as novas atrações do local está o Circuito de Educação Ambiental, composto pelo Centro de Visitantes e pela Trilha Interpretativa, cujo objetivo é proporcionar uma experiência diferente ao visitante e, ao mesmo tempo, ensinar sobre a importância da preservação da diversidade de plantas. O projeto foi elaborado pela empresa de consultoria e licenciamento Master Ambiental, com patrocínio da concessionária de energia elétrica das represas do Paranapanema Duke Energy do Brasil, que investiu R$ 550 mil no projeto.
Além de vários painéis com informações sobre os elementos do meio ambiente do Norte do Paraná, o Centro de Visitantes conta ainda com uma sala de vídeo, na qual é exibido um filme de dez minutos sobre a transformação ambiental de Londrina. Antes, porém, o público, sobretudo infantil, pode divertir-se numa espécie de jogo interativo.
"Achei bem interessante a maneira como fizeram um resumo sobre o avanço da modernização da cidade e como a mata nativa foi afetada", comentou a professora Carina Fernandes. Somente no domingo foram exibidas mais de 30 sessões; a sala tem capacidade para trinta pessoas.
Já na área de mata nativa, há duas opções de percurso na trilha: um de 1,2 km e outro de 300 metros, considerada de baixa dificuldade. No trajeto, que conta com nascentes e espécies exóticas de vegetação, o visitante pode vivenciar a natureza e apreciar a paisagem. "É uma ótima alternativa para conhecer de perto os elementos do meio ambiente da cidade", disse João Batista de Souza Moreira, conhecido como João das Águas, um dos monitores do local. O Jardim Botânico possui mais de um milhão de metros quadrados de área verde, que, além do espaço para o lazer, proporcionam atividades de pesquisa, preservação e educação ambiental. Dados do Instituto de Terras, Cartografia e Geociências do Paraná (ITCG) apontam que só restaram 4,2% da cobertura florestal original na região.


