Novolakskoye, Rússia, 12 (AE-AP) Os três membros da tripulação de um helicóptero militar russo morreram ontem, depois de ataque no sul da Rússia. Os três foram atingidos por tiros disparados por membros das milícias islâmicas separatistas que combatem na região, ao saltarem de pára-quedas, informaram forças de segurança russas.
O helicóptero russo foi derrubado na região de Novolakskoye, no Daguestão, onde as forças russas combatem as milícias separatistas islâmicas.
A informação foi divulgada em meio a crescentes acusações de que Moscou está bombardeando vilas chechenas próximas à região de conflito com os rebeldes.
Um porta-voz governamental russo afirmara inicialmente que o helicóptero estava em missão de reconhecimento. Mas, mais tarde, o porta-voz do Ministério da Defesa, Viktor Gubriy, reconheceu que os os três ocupantes estavam em missão de combate e que haviam sido atingidos por atiradores, ao saltarem.
Depois da queda do helicóptero, caças russos bombardearam seis vilas na fronteira com a Chechênia, destruindo diversas casas e matando pelo menos uma família, segundo as autoridades chechenas.
Um porta-voz do Ministério do Interior russo informou hoje que um prédio de partamentos na capital regional de Makhachkala teve de ser evacuado depois de uma meaça de atentado
uma semana depois que outro edifício foi destruído, matando 65 pessoas.
O líder militar checheno Shamil Basayev negou em entrevista hoje à agência Assoaciated Press que os militantes islâmicos estejam envolvidos com a explosão que destruiu o prédio a de apartamentos em Moscou na quinta-feira. "Nunca mataremos civis. Não é nosso estilo", declarou Besayev, por telefone.
Investigadores afirmam que o atentado, que causou a morte de 91 pessoas em Moscou, foi um ataque terrorista.

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