Salvador, 17 (AE)- A pescaria do pedreiro Manoel Antonio de Brito, 51 anos, no Rio Joanes, na região metropolitana da capital baiana terminou em tragédia no fim de semana. Ele levou a mulher Maria de Lourdes Santos, 43 anos, e as filhas Maria Santos de 10 e Maise Brito de 9, navegar na tarde de sábado, nas águas mansas do Joanes e esperava pegar os peixes para a Semana Santa. No entanto, o barco virou provocando a morte por afogamento do pedreiro, sua mulher e a filha Maria. Maise foi salva por pescadores.
Segundo os amigos da família, Manoel Brito costumava pescar no Rio Joanes e sabia nadar, ao contrário dos seus familiares. Testemunhas contaram que quando o barco virou, o pedreiro tentou salvar a mulher e as filhas, mas elas se debateram muito e acabaram submergindo, antes da chegada dos pescadores de barcos vizinhos que só puderam salvar Maise.
A família Brito morava no povoado de Portão, município de Lauro de Freitas que parou ontem, durante o sepultamento dos corpos.

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