Três clínicas irregulares são interditadas pela Polícia em Londrina
Ação foi realizada nesta quinta, em conjunto com a Vigilância Sanitária; nos locais foram apreendidos equipamentos de bronzeamento artificial
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quinta-feira, 30 de abril de 2026
Ação foi realizada nesta quinta, em conjunto com a Vigilância Sanitária; nos locais foram apreendidos equipamentos de bronzeamento artificial

Uma ação realizada pela Polícia Civil de Londrina em conjunto com a Vigilância Sanitária Municipal nesta quinta-feira (30) resultou na interdição de três estabelecimentos comerciais. Segundo informações da PC, as clínicas são suspeitas de prática ilegal de procedimentos estéticos com uso de equipamentos proibidos.
De acordo com informações da 10ª Subdivisão Policial, as investigações tiveram início "a partir de reiteradas infrações cometidas por responsável por clínica de estética já autuada anteriormente pelo uso de câmaras de bronzeamento artificial, equipamentos proibidos no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, em razão do comprovado risco à saúde, especialmente pelo potencial carcinogênico."
Mesmo após interdição administrativa, apreensões e confirmação judicial da legalidade das medidas sanitárias, segundo a polícia, a investigada teria persistido na prática irregular, ocultando os aparelhos e mantendo o funcionamento clandestino da atividade.
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Nesta quinta-feira foram cumpridos três mandados de busca e apreensão, que resultaram na apreensão de equipamentos de bronzeamento artificial, manuais operacionais e outros materiais, além da da interdição dos locais fiscalizados.
A Polícia também localizou um terceiro estabelecimento, que seria de uma outra pessoa investigada, e onde seriam realizadas atividades irregulares. "No local, a responsável não foi encontrada, porém foram apreendidas canetas emagrecedoras, além de outros insumos relacionados a procedimentos estéticos, bem como três câmaras de bronzeamento artificial, todos devidamente apreendidos e colocados à disposição da Justiça", informa a PCPR, por meio de nota.
Os nomes das pessoas investigadas e a localização dos estabelecimentos não foram divulgados.
Segundo a Polícia Civil, as investigadas podem ser responsabilizadas, em tese, pelos delitos de desobediência, falsidade ideológica, infração de medida sanitária preventiva, lesão corporal, em razão dos riscos à saúde dos consumidores, e apropriação indébita majorada, sem prejuízo de outras tipificações que possam surgir no curso do inquérito.
A população pode colaborar com informações, de forma anônima, por meio dos canais oficiais da Polícia Civil.
(Com informações da Polícia Civil)


Da Redação
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