São Paulo, 24 (AE) - Cerca de mil caminhoneiros de São Paulo que transportam substâncias tóxicas paralisarão suas atividades a partir de segunda-feira (27), por tempo indeterminado, conforme comunicado do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens do Estado de São Paulo (Sindicam/SP).
O movimento reivindica reajuste de 39% nos valores dos fretes, separação entre frete e pedágio nos documentos fiscais, reajuste automático do frete no caso de novos aumentos de combustíveis e proibição dos "pirangueiros", como são chamados os caminhoneiros sem preparo ou treinamento para transportar substâncias tóxicas, que, segundo o Sindicam-SP, comprometem a qualidade e a segurança do transporte e da população.
Segundo o sindicato, a paralisação deve prejudicar empresas como a Dow Química, no Guarujá, Carbocloro e Ultrafértil, em Cubatão, Solvay, em Rio Grande da Serra, LQueiroz, em Várzea Paulista, e Nitroquímica, em São Miguel Paulista.

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