TRAGÉDIA NO MORRO - Favelização em Niterói cresce 200% em 8 anos
A cidade de Niterói, a mais atingida pela tragédia no Rio com mais da metade das mortes do Estado, assistiu a um crescimento de 202% no número de favelas, entre 2000 e 2008 de 43 para 130. Atualmente, um em cada cinco niteroienses vive nesse tipo de comunidades, boa parte de morros. São cerca de 95 mil do total de 478 mil moradores, de acordo com mapeamento do Núcleo de Regulamentação Fundiária, da Secretaria Municipal de Urbanismo e Controle Urbano de Niterói. A cidade, que já foi a capital do Estado do Rio de Janeiro antes da fusão com a Guanabara, em 1975 , é comandada desde 1988 pelo grupo político do atual prefeito, Jorge Roberto Silveira (PDT). Segundo o site da Secretaria de Urbanismo, Niterói sofre com a ocupação de áreas inadequadas, e o crescimento desordenado tem exposto parte da população, principalmente as de baixa renda, aos riscos desse processo. Niterói é tida como uma cidade de elevada qualidade de vida, apesar do recente e percebido inchaço urbano na última década. O IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do município era de 0,886 (quanto mais próximo de 1, melhor) em 2000, o terceiro melhor do país.
São moradias precárias, sem infraestrutura e regularização fundiária.
De acordo com a Organização das Nações Unidas, cerca de um bilhão de
pessoas vivem em favelas no mundo
É uma medida comparativa que engloba três dimensões: riqueza, educação e esperança média de vida. A Noruega lidera a lista
O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.





