Trabalho foi iniciado há 69 anos
O trabalho entre os caiuá e guarani foi iniciado em 1928, tendo como fundadores os missionários americanos Albert Sidney Maxwell e sua mulher Mabel Davis Maxwell, que permaneceram na região até 1941. No início, as igrejas presbiteriana e metodista enviaram missionários especializados como agrônomo e médico para dar assistência à comunidade.
Em 1951, a Missão Caiuá já possuía uma escola primária para crianças índias e filhos de fazendeiros, e um orfanato chamado pelos índios de Nhande Roga (nossa casa), que abrigava órfãos e crianças cujos pais moravam no fundo da mata e não tinham como mandar os filhos para a escola. Nessa época ainda não existia o hospital, somente um ambulatório médico para atendimento e distribuição de medicamentos, informou o diretor da missão, Benjamim Benedito Bernardes.
Atualmente a Missão Caiuá conta com nove campos avançados na região de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e litoral de São Paulo; seis escolas públicas; um hospital e um gabinete dentário. É uma obra de dedicação e amor ao próximo. A realidade dos índios é totalmente diferente da dos homens brancos, argumenta Bernardes.
Para os voluntários, que deixam a vida comum e se dedicam à missão, o trabalho com os índios é uma lição a cada dia. A forma com que eles enfrentam problemas e dificuldades é um exemplo de vida para qualquer pessoa, salientou o missionário Eugênio Martins, há 8 anos na Missão Caiuá, dedicando-se aos índios de Caarapó.





