Ancara, 17 (AE-ANSA) - O número oficial de vítimas do terremoto que sacudiu hoje (17) a Turquia já é de 1,2 mil mortos e outros 8 mil feridos, de acordo as autoridades locais. No entanto, as estatísticas ainda deverão subir. De acordo com o governador de Yalova, cidade mais afetada pelo desastre, Nohat Ozgol, muitas pessoas continuam presas embaixo dos escombros. Os governos dos Estados Unidos, Japão, Israel, Rússia e países da Europa Ocidental prometeram enviar ajuda material e econômica à Turquia. O presidente norte-americano, Bill Clinton, determinou o envio de materiais e equipes de resgate à região do epicentro do terremoto. O Japão informou que pretende enviar uma equipe de 53 profissionais, entre médicos, enfermeiros e especialistas. Um avião Iliyshin-76, equipado com um hospital, cachorros treinados para encontrar sobreviventes entre os escombros, médicos e pessoal de busca, decolou hoje (17) da Rússia com destino à Turquia. O governo de Israel enviará amanhã (18) três aviões com 180 soldados, que auxiliaram no resgate das vítimas do atentado a bomba na embaixada dos Estados Unidos em Nairóbi, Quênia. A Alemanha aprovou o envio de US$ 600 milhões ao governo da Turquia. A Cruz Vermelha alemã enviou sangue e material sanitário, enquanto 24 médicos deverão chegar ao local do desastre nas próximas horas. A França também enviará, nas próximas horas, a região de Izmit uma equipe de composta por 61 homens, seis cachorros adestrados e 15 toneladas de material sanitário. Da Grécia, decolaram nesta tarde (17), dois aviões Hércules 130 com destino a Ancara. Um dos aviões está transportando uma equipe composta por 22 especialistas em catástrofes, 12 médicos, três cachorros treinados, dois automóveis especiais e material sanitário. O outro foi carregado com remédios, material de primeiros-socorros
tendas e mantas. A Grã-Bretanha enviou 39 especialistas em intervenções pós-catástrofes naturais. A Itália, Bulgária, Geórgia, República Checa, Suíça e Hungria também anunciaram o envio de ajuda à Turquia.

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