Tortura Nunca Mais quer manter trabalho sobre desaparecidos
PUBLICAÇÃO
terça-feira, 26 de agosto de 1997
Agência Estado Rio 
O grupo Tortura Nunca Mais vai a Brasília pedir à Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos Políticos que não encerre os trabalhos na próxima semana, conforme o previsto. Para o grupo, a comissão não cumpriu totalmente sua função, principalmente quanto à localização de ossadas e à informação às famílias sobre as circunstâncias dos desaparecimentos e das mortes dos presos políticos. Um documento pedindo a prorrogação será entregue no dia 4 ao jurista Miguel Reali Jr., presidente da comissão.
A gente continua querendo saber em quais circunstâncias nossos parentes morreram e onde estão seus corpos, afirmou Cléa Moraes, uma das diretoras do Tortura Nunca Mais.


