O grupo Tortura Nunca Mais vai a Brasília pedir à Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos Políticos que não encerre os trabalhos na próxima semana, conforme o previsto. Para o grupo, a comissão não cumpriu totalmente sua função, principalmente quanto à localização de ossadas e à informação às famílias sobre as circunstâncias dos desaparecimentos e das mortes dos presos políticos. Um documento pedindo a prorrogação será entregue no dia 4 ao jurista Miguel Reali Jr., presidente da comissão.
‘‘A gente continua querendo saber em quais circunstâncias nossos parentes morreram e onde estão seus corpos’’, afirmou Cléa Moraes, uma das diretoras do Tortura Nunca Mais.

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