"Toda essa exposição em redes sociais não é em vão. Dói? Dói. Mas além de lutar por justiça, mostrar nossa força e indignação, queremos alertar sobre relacionamentos abusivos, como também ajudar mulheres que sofrem violência, seja física ou psicológica", inicia uma das postagens na página 'Todos por Tatiana Spitzner', administrada por Luana Spitzner, irmã da advogada que foi morta no domingo (22). O marido, Luís Felipe Manvailer, 29, está preso sob suspeita de cometer o crime.

Imagem ilustrativa da imagem 'Todos por Tatiana Spitzner' alerta sobre violência contra a mulher
| Foto: Reprodução/Instagram



As publicações alertam sobre violência e relacionamento abusivo com informações para que as vítimas identifiquem quando estão passando pela situação e tomem a iniciativa da denúncia. Até a tarde deste domingo (5), a conta passava dos 80 mil seguidores no Instagram e atingia os 26 mil no Facebook. Na descrição e nas postagens são impulsionadas #NenhumaaMenos, #JustiçaparaTatiane, #JustiçaparaTodas #TodosporTatiane sob a seguinte frase "Violência deixa marcas. Não vê-las deixa feminicídios".

Luana Spitzner também inclui fotos da advogada e compartilha mensagens de apoio, pedindo por justiça à irmã e todas as mulheres vítimas de violência. "Precisamos ter voz, denunciar, perder a vergonha e o medo. Diariamente recebemos relatos absurdos de mulheres que vivem essa triste realidade. Felizmente, muitas estão abrindo os olhos e procurando ajuda", defende em uma das publicações.

Nos comentários, manifestações de apoio à família, relatos de experiências próprias e o alerta a outras mulheres sobre sinais de abuso. Segundo o Relógio da Violência, do Instituto Maria da Penha, a cada 2 segundos, uma mulher é vítima de violência física ou verbal no Brasil.

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