TJ pede informação sobre juiz
Curitiba - O presidente do Tribunal de Justiça (TJ), desembargador Oto Sponholz, está pedindo para que a Promotoria de Investigações Criminais (PIC), órgão vinculado ao MP, encaminhe quaisquer informações que envolvam o nome de magistrados nas orgias com adolescentes no município de Campo Largo. O desembargador está preocupado com as denúncias feitas em jornais e que apontavam a suposta participação de um juiz nas ''festinhas'' promovidas por comerciantes em uma chácara.
O artigo 33 da Lei Orgânica da Magistratura define que investigações e inquéritos iniciados por autoridades policiais civis ou militares, envolvendo magistrados, sejam remetidos para que o TJ dê prosseguimento na elaboração do processo.
O promotor público Marcelo Balzer, que acompanha as investigações pelo MP, afirmou ontem que não tem qualquer prova material ou testemunhal ainda de envolvimento de qualquer magistrado no escândalo envolvendo adolescentes em Campo Largo. As testemunhas adolescentes com idades entre 15 e 17 anos sabem apenas descrever os participantes das orgias. Elas desconhecem os nomes das autoridades ou seus cargos.





