A comerciante Emiko Okuzano Sato, de 47 anos, confessa que tinha restrição em receber massagem. Isto porque durante uma viagem ao Japão recebeu uma que a fez sentir muita dor. ''Foi uma massagem oriental muito forte, que não dormi a noite inteira por causa da dor. Por isso, tinha restrição ao toque'', lembra.
Apesar do receio, ela resolveu tentar de novo. ''Vim para constatar e vi que você sai muito relaxada. Hoje, é algo agradável, muito prazeroso'', conta.
A comerciária Aparecida de Fátima Camargo, de 35 anos, conta que nunca tinha pensado em fazer massagem, mas percebeu que a técnica tem ajudado até mais que antidepressivos. ''Você fica mais leve, deixa os problemas de lado, e parece que fiquei mais alegre'', diz. Para Sônia Regina de Camargo, de 38 anos, receber massagem ajudou a melhorar o humor, a coluna, o intestino e até o sono. ''Consigo relaxar''.
Doriete Alves da Silva, que largou a área de processamento de dados e está terminando um curso de massoterapia, conta que ''se encontrou'' na nova profissão. ''É muito gratificante ver os resultados, e você também se beneficia, também é curada, de certa forma'', afirma. (C.P.)

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