'Tinha receio de ficar travada em uma cama'
Uma dividida no futebol, e como conseqüência, uma fratura. Mas o que o industrial Gentil Seiji Inoue, de 49 anos, não esperava era um artrose precoce.
Em outubro do ano passado, ele se machucou jogando futebol e ficou um mês com o pé engessado. Depois passou a sentir dores no local ao subir escadas e quando retomou os jogos. Para não piorar o quadro, lhe foi recomendado passar pelo tratamento com a terapia por sinais pulsáteis.
Quando foi entrevistado, já estava na terceira sessão. Nesse período, os efeitos ainda não são sentidos, mas o que se espera para ele são bons resultados, já que a lesão na cartilagem ainda é pequena. Meu pé tem que sarar, brinca.
Com a terapia, a dona de casa Ruth Schietti Lavagnolli, de 78 anos, afirma que voltou a caminhar e a sair de casa sozinha, como gosta. Há quase dois anos, dores fortes na perna, joelhos e calcanhar começaram a impedir que ela andasse e até que levantasse da cama ou de uma cadeira sozinha. Logo eu sou uma pessoa muito dinâmica, que gostava muito de viajar, lembra.
Ela passou por uma terapia com 12 sessões do PST e hoje voltou às caminhadas e à vida normal. O meu receio era ficar travada numa cama. (C.P.)





