Rio de Janeiro, 14 (AE) - Uma testemunha, cujo nome não foi revelado pela polícia, que presenciou o assassinato ex-secretário da Polícia Militar, Carlos Magno Nazareth Cerqueira, afirmou ontem à noite em depoimento à polícia que viu o sargento do 12º Batalhão da Polícia Militar (Niterói), Sidney Rodrigues, atirar no ex-comandate no momento que esse entrava no edifício comercial Magnus e seguia para o escritório do ex-governador Nilo Batista.
A polícia está realizando um levantamento da vida militar e pessoal de Rodrigues para descobrir o motivo do crime.
Investigadores das Polícias Civil e Militar também estão tentando descobrir quem teria atirado no assassino, após o crime. De acordo com as primeiras informações levantadas pela secretaria de Segurança Pública, o sargento teria sido baleado por um vigilante do próprio edifício que teria ouvido o disparo e evitado a fuga do criminoso.
Até o fim da noite de hoje, o sargento estava internado no Hospital Souza Aguiar, no centro. Ele levou um tiro na nuca e não pode ser interrogado. A cúpula da PM acredita que o crime foi cometido por vingança e estaria relacionado à época em que Cerqueira comandava a PM.

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