Belém - A testemunha Agostinho José da Costa foi contudente em seu depoimento. Ele contou ter levado a polícia até o local onde teria visto o médico Césio Brandão, outro acusado de envolvimento em rituais de magia negra e castração, saindo da mata perto de onde houve um dos crimes.
Brandão, segundo a testemunha, tinha nas mãos um facão sujo de sangue e um pequeno saco plástico. Ao ser visto, o médico teria fingido estar cortando algumas folhas com o facão. Amailton Madeira Gomes foi visto no local segurando um cavalo. No dia seguinte, Agostinho foi procurado por um cabo da polícia, de prenome Delmiro, que indagava a respeito do paradeiro de uma criança desaparecida.
A testemunha relatou o episódio do dia anterior e foi convidada a mostrar o local onde vira o médico sair do mato, que era próximo ao local onde o corpo da criança foi encontrado. A funcionária do Conselho Tutelar de Macapá, Sueli de Oliveira Matos, também acusou Carlos Alberto de envolvimento com os crimes. O ex-policial militar teria confessado a ela que espancava meninos nas ruas de Altamira e que desvirginou menores entre 12 e 14 anos.

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