Teste com repelente eletromagnético é adiado
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segunda-feira, 10 de junho de 2013
Danilo Marconi<br>Reportagem Local 
Londrina A Secretaria Municipal do Ambiente (Sema) adiou o início dos testes com repelente eletromagnético para espantar as pombas amargosinhas do Bosque Central. O equipamento seria colocado em operação nesta semana.
A população é estimada em 200 mil aves. Os excrementos deixados para trás provocam vários problemas, como o cheiro desagradável e o risco de doenças.
O equipamento com ondas magnéticas é mais uma das hipóteses aventadas nos últimos anos para afugentar (ou reduzir) a superpopulação de aves. Já foi cogitada a possibilidade de uso de repelente líquido, predador natural e até abate.
A Sema espera realizar mês que vem o novo teste. "A empresa terá que fazer adaptações. O Bosque é uma área aberta e a expertise dela é em área predial. Aqui para Londrina a empresa que montar uma rede de reatores eletromagnéticos para abranger toda a região", explicou o secretário Cleuber Brito.
A Sema iniciou ontem um trabalho de limpeza e poda das árvores no Bosque. "A poda é para diminuir a área de pouso das pombas, tirar projeção sobre as calçadas. Internamente estamos fazendo corte de exemplares de espécies exóticas e daquelas condenadas. O objetivo é limpar e proporcionar mais ventilação. Esse trabalho de limpeza também envolve a CMTU (Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização), como a limpeza do lixo, troncos velhos e galhadas", afirmou.
A administração municipal pretende substituir os pedriscos da pista de caminhada do Zerinho. O trabalho deve ser executado nos próximos dias.


