São Paulo, 23 (AE) - A Tess, operadora da Banda B do interior de São Paulo, afirmou hoje a sindicalistas que não pretende fazer demissões para reduzir custos, embora tenha admitido dificuldades momentâneas em função da retração do mercado decorrente da crise econômica.
A meta da empresa é colocar em operação 500 mil celulares até o final do ano, mas até agosto tinha menos de 300 mil. O plano de expansão continua e a empresa pode até anunciar investimentos quando for nomeado o novo presidente. O processo de seleção ainda não está concluído, depois da saída de Ricardo Ferreira, há cerca de três semanas.
As negociações da data-base dos funcionários da Tess, que é primeiro de outubro, começaram hoje. O Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações no Estado de São Paulo (Sintetel) conseguiu, nesta primeira reunião, o compromisso da Tess de que a data-base será respeitada mesmo que as negociações se prolonguem. Na pauta de negociações está o reajuste salarial, a participação nos lucros, melhoria de benefícios sociais e adequação da jornada de alguns funcionários.

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