Lon­dri­na - As agên­cias do Ban­co do Bra­sil e ban­cos pri­va­dos de Lon­dri­na, Ma­rin­gá, Cu­ri­ti­ba e Re­gião Me­tro­po­li­ta­na vol­tam a fun­cio­nar ho­je. On­tem à noi­te, os ban­cá­rios de­ci­di­ram em as­sem­bléias se­pa­ra­das aca­tar a pro­pos­ta fei­ta pe­la Fe­na­ban e en­cer­rar a gre­ve que du­rou 15 ­dias.
  Os gre­vis­tas con­quis­ta­ram rea­jus­te de 6% e au­men­to na par­ti­ci­pa­ção dos lu­cros. Pa­ra fun­cio­ná­rias dos ban­cos pri­va­dos foi con­ce­di­do tam­bém o au­men­to pa­ra ­seis me­ses na li­cen­ça-ma­ter­ni­da­de.
  Ape­sar da de­ci­são, nem to­das as agên­cias de Lon­dri­na vol­ta­rão a fun­cio­nar. Os fun­cio­ná­rios da Cai­xa Eco­nô­mi­ca Fe­de­ral man­têm a gre­ve, ­pois o ban­co tem ne­go­cia­ção es­pe­cí­fi­ca com ­seus ser­vi­do­res. ­Eles de­pen­dem de pro­pos­ta de com­ple­men­ta­ção. Até o fe­cha­men­to des­ta edi­ção, os fun­cio­ná­rios da Cai­xa em Cu­ri­ti­ba não ha­viam vo­ta­do a pro­pos­ta.
  Ban­cá­rios de São Pau­lo, Osas­co, Por­to Ale­gre e Flo­ria­nó­po­lis de ban­cos pri­va­dos, da Nos­sa Cai­xa e do Ban­co do Bra­sil acei­ta­ram on­tem à noi­te a pro­pos­ta de con­ven­ção co­le­ti­va apre­sen­ta­da pe­los ban­cos. Os sin­di­ca­tos de ca­te­go­ria fi­ze­ram as­sem­bleias nos 26 Es­ta­dos e no Dis­tri­to Fe­de­ral. Até o fe­cha­men­to des­ta edi­ção, a maio­ria ain­da es­ta­va em an­da­men­to. Se­gun­do sin­di­ca­lis­tas, a ten­dên­cia era de apro­va­ção da pro­pos­ta e vol­ta ao tra­ba­lho.
  Pa­ra o Co­man­do Na­cio­nal dos Ban­cá­rios, hou­ve avan­ços na pro­pos­ta dos ban­quei­ros de rea­jus­te sa­la­rial de 6%. O ín­di­ce re­pre­sen­ta au­men­to ­real de 1,5% em re­la­ção à in­fla­ção me­di­da pe­lo va­ria­ção do Ín­di­ce de Pre­ços ao Con­su­mi­dor (­INPC) em 12 me­ses até se­tem­bro, da­ta-ba­se da ca­te­go­ria, que foi de 4,44%.
  Os ban­cá­rios rei­vin­di­ca­vam rea­jus­te de 10% e a pro­pos­ta ini­cial dos ban­quei­ros era de 4,5%. ‘‘A pro­pos­ta aten­de em par­te as nos­sas rei­vin­di­ca­ções e, de­pois do tem­po de gre­ve, acre­di­ta­mos que o pro­ces­so ne­go­cial che­gou ao ­limite’’, de­fen­deu o se­cre­tá­rio-ge­ral da Con­fe­de­ra­ção Na­cio­nal dos Tra­ba­lha­do­res do Ra­mo Fi­nan­cei­ro (Con­traf), Mar­cel Bar­ros.(Com Agên­cia Es­ta­do)

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