Brasília, 19 (AE) - O ex-presidente do Banco Econômico ¶ngelo Calmon de Sá encerrou há pouco seu depoimento na CPI dos Bancos confirmando que a instituição financeira fez "contribuições indiretas" a alguns candidatos locais em eleições na Bahia, em 1990. Segundo ele, o banco, com o consentimento do Conselho de Administração, fez pagamentos de serviços prestados a candidatos que totalizaram cerca de US$ 15 mil dólares - o que equivalia, segundo ele, a 0,5% das despesas administrativas do Econômico. Calmon de Sá disse que as despesas foram pagas por intermédio da Fundação Beneficente da Irmã Dulce, à qual o banco auxiliava. Neste momento, a CPI começou a ouvir o depoimento do ex-presidente do Banco Excel, Ezequiel Edmond Nasser.

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