Sete municípios no Paraná decretaram estado de emergência em virtude das fortes chuvas – Salto do Lontra, São João, Nova Prata do Iguaçu, Realeza e Verê, no Sudoeste, Corbélia, no Oeste, e Marquinho, na região Centro-Sul. Com o decreto, as cidades ficam autorizadas a contratar funcionários ou serviços por tempo determinado e têm mais facilidade para receber recursos dos governos estadual e federal.
Segundo a Coordenadoria Estadual de Defesa Social, foram 48 municípios atingidos – mais de 50 mil habitantes – em função da forte chuva, vendaval ou granizo. Cerca de 11 mil imóveis em todo o Paraná foram danificados e lavouras de trigo e milho no Sudoeste foram destruídas.
Em Londrina, a Defesa Civil e a Prefeitura estimam que os prejuízos causados pelo temporal devem ficar entre R$ 3 milhões e R$ 5 milhões. Os valores estão relacionados às despesas para remoção das cerca de 200 árvores caídas, imóveis danificados, reparação de danos ao patrimônio, ajuda aos desalojados e queda de postes, entre outros itens. Cerca de 200 casas ficaram destelhadas e 120 mil pessoas ficaram sem energia elétrica.
No caso de Londrina, foi descartado o decreto de estado de emergência. Para isso acontecer, o município deveria registrar um prejuízo superior a 8% do Produto Interno Bruto (PIB) - equivalente a R$ 720 milhões.

É decretado por órgãos de monitoramento meteorológico e da Defesa Civil em caso de desastres de grande porte

Representa a soma (em valores monetários) de todos os bens e serviços finais produzidos numa determinada região, durante um período determinado

O Programa Folha Cidadania é o desafio social da Folha de Londrina no combate ao analfabetismo funcional

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