Brasília, 15 (AE) - O presidente da Câmara, Michel Temer
assumiu há pouco a direção dos trabalhos do plenário da Casa. O quórum mínimo de 250 deputados para deliberações de projetos já foi alcançado, entretanto a expectativa é de que não seja possível votar nenhuma matéria polêmica pois muitos dos deputados que registraram presença já estão a caminho de seus Estados.
O primeiro item da pauta do plenário é o projeto de lei complementar que disciplina as relações entre os órgãos públicos e os fundos de pensão que patrocinam. A proposta de emenda constitucional que prorroga até 2003 a vigência do Fundo de Estabilização Fiscal (FEF) é o último item da pauta, mas certamente não será votada pois haveria necessidade de um quórum muito elevado, o que é improvável. Segundo o líder do governo na Câmara, Arnaldo Madeira (PSDB-SP), nesse caso o quórum mínimo seria de 480 deputados. Algumas comissões temáticas estão trabalhando, mas nenhum projeto importante deve ser aprovado neste último dia de trabalho legislativo deste ano.

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