Tela é testada na correção da bexiga baixa
PUBLICAÇÃO
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Agência Graffo 
Através de mutirões de cirurgias, a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) pretende descobrir quais são as mulheres que se beneficiaram com a implantação de telas feitas de biomaterial para a correção do problema da bexiga baixa.
A nova técnica já é usada no país há cerca de três anos e tem como princípio, suspender a bexiga e o útero das mulheres que tiveram os tecidos de sustentação destes órgãos afrouxados pela idade, por problemas hormonais ou pela realizada de muitos partos seguidos.
O problema é denominado prolapso genital e geralmente é corrigido através de cirurgia convencional em que são feitos pontos e suturas no tecido fragilizado. No entanto, o índice de rejeição chega a 30%. A técnica da colocação das telas é mais apropriada justamente para reduzir esse número.
O biomaterial utilizado no procedimento é extraído da submucosa de intestino de porco que depois induz a reconstrução natural dos tecidos e é absorvido de forma natural pelo organismo feminino.


