Através de mutirões de cirurgias, a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) pretende descobrir quais são as mulheres que se beneficiaram com a implantação de telas feitas de biomaterial para a correção do problema da bexiga baixa.
  A nova técnica já é usada no país há cerca de três anos e tem como princípio, suspender a bexiga e o útero das mulheres que tiveram os tecidos de sustentação destes órgãos afrouxados pela idade, por problemas hormonais ou pela realizada de muitos partos seguidos.
  O problema é denominado prolapso genital e geralmente é corrigido através de cirurgia convencional em que são feitos pontos e suturas no tecido fragilizado. No entanto, o índice de rejeição chega a 30%. A técnica da colocação das telas é mais apropriada justamente para reduzir esse número.
  O biomaterial utilizado no procedimento é extraído da submucosa de intestino de porco que depois induz a reconstrução natural dos tecidos e é absorvido de forma natural pelo organismo feminino.

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