Profissionais ligados à Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições de Ensino Superior Pública do Brasil (Fasubra) fizeram na manhã desta terça-feira (7), manifestações em quatro das seis faixas da Esplanada dos Ministérios.

Entre as reivindicações constam reajuste salarial linear de 27,3%, o fim dos cortes no orçamento da educação, abertura de concurso e a extinção da terceirização no serviço público. O governo oferece reajuste de 21,3% para ser pago até 2019. A proposta foi rejeitada em assembleia da categoria.

A manifestação seguiu até o Ministério da Educação, onde foi solicitada, sem sucesso, uma audiência com o Ministro Renato Janine Ribeiro. Na tarde desta terça-feira estava marcada uma nova concentração em frente ao Ministério do Planejamento, onde já havia comissão reunida com o secretário Sérgio Mendonça.

"Se o governo é pátrio, tem que atender às reivindicações da educação. Os docentes são responsáveis pela extensão dessa educação", disse o coordenador-geral da Fasubra, Gibran Jordão.

A estimativa dos organizadores conta com cinco mil manifestantes. Para a Polícia Militar, havia 2 mil pessoas. O protesto ganhou apoio de estudantes.

"Também é uma luta do movimento estudantil. Várias universidades estão em greve. Nós da Anel (Assembleia Nacional dos Estudantes Livres) fizemos um congresso com 1,5 mil alunos e nossa resolução é fazer uma greve estudantil no país inteiro para nos unirmos aos professores e servidores. Queremos uma greve unificada para derrubar os cortes e garantir a negociação dos problemas do movimento como corte de bolsas, iniciações científicas e infraestrutura", afirmou o integrante da comissão executiva da Anel, Lucas Brito.

(Com informações G1)

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