A dor é incômoda e faz muita gente sofrer, mas mesmo assim, nos últimos anos ela passou a ser considerada um dos sinais vitais do corpo humano, ao lado da temperatura, frequência cardíaca, respiração e a pressão arterial. Entre médicos e pesquisadores no assunto, ela vem recebendo atenção especial principalmente quando se fala sobre aliviá-la.
Viver com dor provoca nervosismo, irritabilidade, problema de insônia e ainda aumenta as chances de depressão, por isso mesmo, é cada vez maior o número de profissionais da área que buscam terapias alternativas, cirurgias pouco invasivas e medicamentos que tratem a dor, ou pelo menos aliviem seus sintomas.
Entre os principais tipos de dor estão as cefaléias (identificadas mais de cem), fibromialgias (dores generalizadas), dores faciais e as lombares. Estudos comprovam que as mulheres são as que sofrem mais. No Brasil, estima-se que entre 50 e 60 milhões de pessoas tenham alguma dor crônica.
Além de remédios (analgésicos e antiinflamatórios), os tratamentos da dor passam por antidepressivos e chegam até tecnologias inovadoras como o uso de um aparelho de infravermelho capaz de alertar o médico quando colocado sobre a área dolorida. Médicos ainda dispõem de técnicas como a fisioterapia e até mesmo atividades de sociabilização e artística que permitem ao paciente esquecer por alguns momentos da dor que o aflige.

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