O médico Paulo Brofman acredita que a nova técnica terá uma repercussão social significativa já que poderá melhorar a vida de cerca de quatro milhões de pessoas que, segundo o Ministério da Saúde, sofrem de insuficiência cardíaca grave no Brasil. Nesses casos, o coração perde a capacidade de bombear o sangue para o corpo.
''O músculo cardíaco quando sofre uma lesão como infarto do miocárdio ou processo inflamatório, ele perde esta função bomba por morte das células musculares do coração, não existe capacidade de regeneração. Consequentemente o coração perde a sua função de bomba''. Quando isso ocorre, o paciente passa a sofrer de insuficiência cardíaca, que é caracterizada por intensa falta de ar, cansaço e inchaço nas pernas.
As células-tronco adultas utilizadas no tratamento têm alta capacidade de se auto-renovar e originar células com diferentes funções. Por isso, podem recompor tecidos danificados e ajudar a tratar diversas doenças como o mal de Parkinson, o diabetes e as doenças musculares degenerativas.(Agência Brasil)

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