Tecido humano é usado para substituir válvula cardíaca
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quinta-feira, 05 de maio de 2011
Agência Graffo 
São Paulo - Pesquisadores da Pontifícia Universidade Católica (PUC-PR), em Curitiba, desenvolveram uma técnica para diminuir o risco de rejeição em transplantes de válvulas cardíacas. Essas cirurgias são necessárias quando há alguma doença, como artrite reumatoide, que prejudica o bombeamento do sangue, levando à insuficiência do órgão.
Atualmente, para que a disfunção seja corrigida são utilizadas peças de metal ou feitas de tecido animal (de porco ou de boi). Na nova técnica, válvulas de doadores humanos mortos, processadas em uma solução que retira as células e deixa apenas fibras de colágeno e fibras elásticas, são usadas.
O enxerto é muito mais seguro e dura mais tempo, segundo os pesquisadores da universidade paranaense. Já as próteses de animais perdem a função com o tempo, sendo necessário realizar novas operações. No estudo, os autores concluem que os resultados iniciais são promissores. É feito um alerta, no entanto, acerca da necessidade de aumento do tempo de acompanhamento pelos profissionais médicos.
As válculas abrem e fecham, ajudando a bombear o sangue. A válvula aórtica é responsável por levar o sangue para o corpo. Já a pulmonar tem a função de leva o sangue para o pulmão.


