Começam a ser decididos hoje, pelo TCU (Tribunal de Contas da União), os rumos das obras de recuperação e ampliação de pelo menos nove aeroportos no país. Os relatórios sobre custos, licitações e situação das obras devem ser analisados em sessões plenárias.
Os principais aeroportos do país administrados pela Infraero (Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária) apresentam superfaturamento de cerca de R$ 3 bilhões, segundo o TCU. Dependendo da decisão da Corte, as obras podem ser suspensas, o que coloca em risco o plano de ampliação da rede para a Copa do Mundo de 2014.
Em Cumbica, São Paulo, está o caso mais complicado. São dois processos em andamento. As obras de ampliação e recuperação das pistas começaram em janeiro de 2005. O prazo de término era para junho deste ano mas, parte das obras estão paradas desde o mês de março.
Além disso, ainda existe o problema da construção do terceiro terminal de passageiros, o que ampliaria a capacidade do aeroporto em mais 12 milhões de passageiros no ano. O edital de R4 1,122 bilhão foi revogado e a licitação suspensa sem data para ser reiniciada.

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