Agência Estado
Do Rio
A polícia carioca acredita ter resolvido o assassinato da francesa Martine Halin, de 45 anos, morta a tiros em novembro do ano passado, após desembarcar no Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio. A participação do marido de Martine, o segurança de vôo Yves Halin, de 48 anos, foi descartada: o casal teria sido abordado no aeroporto pelo francês Fadil Guy Benidir, preso no Pará esta semana, que indicou o táxi de Edson Zacharias Cunha da Luz, o Gaúcho, também detido, para levar Yves e Martine ao hotel.
Benidir e Luz renderam o casal, percorreram alguns caixas eletrônicos para sacar dinheiro com cartões dos franceses e seguiram para a cidade de Itaguaí, na Baixada Fluminense. Numa área deserta, Gaúcho teria matado Martine e atirado em Yves, que conseguiu fugir. Luz nega e acusa o francês de ter atirado.
Benidir disse que teria abordado quatro ou cinco turistas antes que o casal Halin aceitasse ser ciceroneado por ele. Uma acareação entre ele e Gaúcho está marcada para hoje.

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