Brasília, 29 (AE) - O ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Martus Tavares, afirmou que as medidas adotadas para a redução dos gastos com pessoal no funcionalismo público tem por objetivo "melhorar a gestão e ampliar os recursos para as ações finalísticas do governo, atendendo diretamente o cidadão e o contribuinte". O secretário afirmou que o número de servidores civis ativos do Executivo Federal é de 509 mil e não atinge o limite fixado pela Lei Camata.
Segundo Tavares, o quadro é mal distribuído entre as unidades e 60% dos servidores estão alocados em áreas meio e apenas 40% estão disponíveis nas áreas fim. Os R$ 52 bilhões que a União gastará este ano com pessoal será para pagar 2 milhões e 46 mil servidores. Desse total, 1 milhão e 74 mil são ativos, com um custo de aproximadamente R$ 29 bilhões, e 972 mil são inativos ou pensionistas, com um custo de R$ 22 bilhões.
Dos servidores ativos, 509 mil estão no executivo civil, 11 mil no Ministério Público da União e no Banco Central, 37 mil nas empresas públicas e sociedades de economia mista, 317 mil nas instituições militares, 19 mil no Legislativo, 77 mil no Judiciário e 103 mil estão nos Estados e municípios exercendo atividades nas áreas de saúde, segurança e educação.

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