O promotor Paulo Tavares afirmou que tanto o DER quanto a construtora Sanches Tripoloni não devolveram os documentos do Termo de Ajuste de Conduta (TAC) assinados para definir em quanto tempo as obras de duplicação poderiam ser concluídas, com as correções necessárias. "Ainda temos que receber os laudos definitivos da empresa contratada para fazer a perícia sobre a necessidade de execução de reforços. Nós só recebemos os laudos preliminares. Precisamos dos laudos definitivos", afirma o promotor.
Tavares lembra que o TAC havia estabelecido um prazo de seis meses para a conclusão da obra. "As possibilidades no âmbito administrativo foram todas esgotadas e, no começo da semana que vem, vamos dar seguimento na ação no judiciário. Nós elaboramos o TAC e encaminhamos para Curitiba, mas eles não assinaram. O superintendente regional do DER, Sérgio Selvatici, afirmou que o documento não havia sido assinado em função da indefinição do prazo necessário para a conclusão da obra, diante das modificações.
Outro ponto discutido entre o Ministério Público está relacionado à construção de passarelas ao longo da rodovia. Apenas uma delas foi concluída, próxima das faculdades e de um shopping center. Uma das passarelas já existente, de concreto, pode sofrer alterações para que seja utilizada de fato, em função da falta de iluminação e do modelo ser antiquado. O Ippul aventa que a passarela seja transformada em um portal. (V.O.)

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