A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVS) determinou a suspensão da venda de dez marcas de sal por falta de quantidade mínima de iodo no produto. A decisão, publicada hoje no ‘‘Diário Oficial da União’’, é cautelar e tem como base ‘‘resultados condenatórios não definitivos’’ de exames feitos pela Vigilância Sanitária do Rio Grande do Norte. Estão sob interdição as marcas: Azteca (sal iodado moído extrafino); Luana (sal churrasco); Espeto de Ouro (sal para churrasco iodado); Salmar, Fliper, Medalha de Ouro e Prosal (sal refinado iodado); Marina e Bom Sal (sal refinado); e Lírio (sal iodado especial para churrasco). De acordo com a assessoria de Imprensa da agência, as empresas poderão recorrer do resultado e liberar os lotes suspensos. No caso da marca Fliper, a medida vale apenas para o lote número 004/00. Para outras cinco marcas, a suspensão atinge só o produto fabricado em novembro de 1999 ( Azteca); fevereiro (Marina); março (Medalha de Ouro e Prosal); e maio (Salmar). Para as demais marcas não foi especificado nenhum lote. A legislação brasileira determina que, em cada quilo de sal, sejam adicionados no mínimo 40 miligramas de iodo. O produto previne doenças como o bócio endêmico, causador de deficiência mental. A ANVS determinou também a apreensão e inutilização em todo o País do palmito em conserva da marca Softy, produzido pela empresa Produtos Alimentícios Indústria e Comércio Ltda. (Proale), em Taperoá, na Bahia. O motivo é a falta de registro no Ministério da Saúde.

mockup