Suspeitos do caso Tayná vão responder por três crimes
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sexta-feira, 05 de julho de 2013
Rubens Chueire Jr.<br>Reportagem Local 
Curitiba - O inquérito policial sobre a morte da menina Tayná Adriane da Silva, de 14 anos, em 25 de junho, no bairro São Dimas, em Colombo, na Grande Curitiba, foi finalizado ontem. O anúncio foi feito pelo titular da Delegacia de Pinhais, e que também está respondendo pela Delegacia do Alto Maracanã, Fábio Amaro.
O inquérito, já entregue ao Poder Judiciário e ao Ministério Público, conclui que os quatro funcionários de um parque de diversões, presos três dias após o desaparecimento da adolescente, vão responder pelos crimes de estupro seguido de morte, ocultação de corpo e formação de quadrilha. Adriano Batista, de 23 anos, Sérgio Amorin da Silva Filho, de 22, e Paulo Henrique Camargo Cunha, de 25, são autores confessos da barbárie. Ezequiel Batista, de 22 anos, irmão de Adriano, vai responder pelos mesmos crimes por ter acompanhado o abuso sexual e não ter feito nada para evitar a morte por asfixia.
Os laudos periciais ainda não estão prontos, mas Amaro afirmou que já teve acesso às informações colhidas pela Polícia Científica, que batem com a versão apresentada pelos presos sobre o que aconteceu na noite do dia 25. "Os laudos vão complementar todas as informações que foram colhidas e serão incluídos no inquérito que já foi concluído. Os bandidos confirmaram o crime e deram detalhes. A menina foi rendida com um soco na cabeça quando passava em frente ao parque de diversões, violentada sexualmente e, em seguida, esganada com o cadarço da própria bota. O corpo da menina foi jogado em um poço de água da região", disse o delegado.


