O professor Leonardo Teodoro de Castro, apontado pela Polícia Federal como o responsável pela explosão no interior do Fokker-100 da TAM, em 9 de julho passado, poderá deixar o Hospital São Paulo em três ou quatro semanas. A previsão foi feita ontem pelo médico José Osmar Medina Pestana, diretor do hospital. Castro, que está internado há 92 dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), já não necessita de ajuda de aparelhos para respirar desde o final de semana. A sonda usada para alimentá-lo também foi retirada.
Até o momento, Castro prestou apenas um depoimento, considerado muito confuso, à polícia. ‘‘Agora ele vai poder responder a algumas perguntas’’, afirmou o delegado Pedro Sarzi Júnior, que presidiu o inquérito sobre o caso. Segundo Pestana, o paciente deverá estar apto a prestar algum tipo de depoimento dias antes de deixar o hospital.

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