Suspeito de atentado à OAB se defende
A Procuradoria da República do Rio recebeu ontem telegrama de Ronald James Watters, 70, apontado em 1980 como suspeito da entrega da carta-bomba que explodiu na sede do Conselho Federal da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). No telegrama, Watters reitera sua inocência, lembra ter sido absolvido do crime na Justiça Militar e coloca-se à disposição do procurador Maurício Manso – encarregado do caso após sua reabertura, em setembro. A bomba matou a secretária Lyda Monteiro da Silva. A ação foi atribuída a grupos de direita.

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